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terça-feira, 28 de abril de 2009

Seis meses depois...

Exatamente hoje, faz seis meses que eu cheguei no Canadá. E as vezes, eu me surpreendo com a quatidade de acontecimentos em tão pouco tempo.

Há seis meses atrás tudo aqui era novidade e tudo feliciade, mas e ao mesmo tempo o futuro era ainda bem indefinido: profissão, onde eu ia me estabelecer, etc; e a pressão era forte.

A principio pensei que conseguiria ficar em Val-d'Or, mas o destino me mandou para Québec uma cidade que nunca nem tinha imaginado morar, mas que gosto muito hoje. Ainda não sei se ficarei aqui de forma definitiva. Acho que só o tempo dirá; mas os próximos 3 1/2 anos é mais do que esperado por conta da faculdade.

Profissão, quando eu cheguei aqui, meu plano A era ser hygiéniste dentaire. Mas, hoje posso dizer que a odontologia faz parte do meu passado. E a enfermagem será meu futuro. Ser aceita na faculdade em tão pouco tempo aqui, foi uma vitória. Ainda mais, que este era meu plano B, e neste caso eu não contava começar antes de setembro 2009.
E por acaso hoje, eu termino minha primeira session, tive minha última prova hoje (ainda pretendo falar sobre a faculdade em um post a parte).
E como esta mudança tem sido para mim? Tem dias que não é fácil tenho que confessar, e as vezes por incrivel que pareça, eu tenho saudades de fazer uma resturação, uma extração, etc. Mas, não posso dizer também que me sinto frustada com a mudança, muito pelo contrário, eu estou animadíssima com o curso e não vejo a hora de poder começar meu externato.
Então, já deu para entender que de hoje em diante, eu falarei mais sobre enfermagem que sobre odonto aqui no Québec.

Amigos, muito melhor do que eu esperava. Eu não imaginava tantos brasileiros no Québec, e meus novos amigos aqui são uns fofos e eu gosto de todo mundo. Na ausencia da familia são os amigos que nos colocam para cima nos dias mais dificeis. É claro, que as vezes queria ter mais tempo para fazer mais passeios com eles ou simplesmente bater-papo. Nos próximos 5 dias, isto será bem possivel, rsrsrs.

Saudades, sábado, um amigo québécois me perguntou do que eu mais sinto falta do Brasil depois da minha familia. Dificil dizer, a familia é o que mais me pesa; mas além disso depende do dia. Tem dias que tenho saudades de sentar num barzinho e tomar uma cervejinha com minhas amigas. Tem dias que sinto saudades das cachorras. Tem dias que sinto saudades de comer pão de queijo e sonho de valsa. Tem dias que tenho saudades do meu apartamento. Tem dias que tenho saudades de assistir novela, rsrsrsrs. Enfim, a lista é longa. Mas, na maior parte do tempo nem penso muito nisto, tento viver o dia de hoje da melhor maneira possivel.

E se alguém me perguntar se valeu a pena? Posso dizer que esta valendo a pena. Pois, bem ou mal, este era um sonho que eu tinha há quase 20 anos: de morar no Canadá e tem dias que eu me belisco para ter certeza que não estou sonhando, rsrsrs.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Escolha... Destino... Fé.

Hoje faz 2 meses que cheguei no Québec. Algumas vezes me parece increditável que eu esteja aqui somente há dois meses devido a inumeras coisas que já aconteceram. O inicio da vida aqui é realmente bem acelerado.

Ontem, eu estava refletitindo sobre tudo isto; pois em alguns dias estaremos em 2009. E eu tenho o costume de em todo final de ano refletir sobre os acontecimentos do ano que passou, tipo uma retrospectiva pessoal. Mas, podem ficar tranquilos que eu não pretendo detalhar todos os acontecimentos sobre os quais eu refleti aqui, rsrsrsrs.

Escolha
Todos os dias eu faço escolhas, das mais banais que em nada modificam minha vida, como a escolha de imigrar; que eu no meu modo egoísta de pensar achava que tal escolha iria afetar somente a mim, ledo engano...
O Natal me mostrou o quanto minha escolha afetou outras pessoas. Eu posso dizer que tive um FELIZ NATAL, cercada de amigos e pessoas que fizeram de tudo para que eu me sentisse integrada e feliz. Eu me senti passando natal na casa de uma tia querida, junto com meus primos.
Mas, mesmo assim; houve momentos ao pensar em minha familia, que me fizeram chorar. No dia 23 eu liguei para minha mãe, ela ficou imensamente feliz e surpresa; pois desde que eu cheguei nós só haviamos conversado via "computador", eu estava na casa de uma amiga e ao desligar o telefone, eu chorei por uma meia hora sem parar.
Eu falei com toda a familia de fato (pais, irmãos, cunhados, etc), e só então eu realizei o quanto estava sendo dificil para eles a minha ausencia nesta data onde toda minha familia sempre se reune. Mesmo agora ao pensar me emociono toda.

Mas, enfim voltando ao assunto. Imigrar foi minha escolha de vida, assim como fazer outra faculdade ao invés de começar a trabalhar, mudar de área e abrir mão de tudo que eu já estudei no Brasil. Afinal, eu decidi não ser mais dentista, parece ser uma escolha simples, mas de fato não é. Eu meio que já estava decidida no Brasil a abandonar a odontologia; e agora de fato tomei outro caminho (prometo aos dentista em um próximo post, falar um pouco mais sobre o que descobri sobre a odontologia aqui no Québec, estando aqui).

Quando eu faço escolhas como estas, sempre tenho um frio na barriga; mas ao mesmo tempo me considero uma pessoa feliz de poder eu fazer minhas próprias escolhas na vida.

Destino
O que tem haver escolha com o destino? Outro dia alguem me perguntou porque o Canadá? Eu realmente não sei. Eu tinha 15 anos quando decidi fazer um intercambio para o Canadá; eu não me lembro qual foi o motivo que me levou a escolher. O fato é que uma vez decidido que eu viria ao Canadá, levou 3 anos para que eu conseguisse vir, a cada ano acontecia alguma coisa diferente que me impedia de vir: inicialmente eu ia para Alberta, depois para CB e finalmente quando eu menos esperava vim para o Québec. Na época eu queria aprender inglês, mas não queria ir para os EUA, no fim das contas acabei aprendendo francês, o qual eu nunca vi muita utilidade na minha vida até decicir imigrar.

A primeira familia com quem eu morei no Canadá há anos atrás é a mesma que me acolhe hoje, que está me dando todo o suporte e ajuda para que eu me estabeleça aqui. Eu particularmente não acredito em coincidencias.
De uma forma ou de outra, as escolhas foram minhas, mas acredito que o destino me direcionou para o melhor momento, o lugar certo. Pois coisas que eu achava que não eram de grande serventia na vida (como falar francês), hoje fazem toda a diferença.


A fé é o que me leva a crer que eu estou fazendo as melhores escolhas para ser feliz. A fé é que me ajuda a superar as barreiras que as vezes se impõe na minha vida.
Ao analisar todo o último ano, as mudanças realizadas, as escolhas feitas, eu reconheço que ter fé em mim mesma, na minha vida, na realização dos meus objetivos foi o tempero chave para eu me sentir bem como eu me sinto hoje: feliz das escolhas que fiz na vida.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Um mês no Québec

Ao longo do tempo que decidi imigrar, foram vastas as informações que obtive em blogs, em lista de discussão, etc. E mais vasta também foram as opiniões se devemos ou não imigrar. Há os que são a favor e os que são contra. Inclusive uns dias antes da minha saída do Brasil, algumas pessoas da lista me perguntavam se valia ou não a pena.
O que dizer diante de tal questão, quando eu ainda nem tinha chegado aqui?

Hoje após um mês aqui posso dizer que é uma experiencia dificil, pois vc chega em um lugar totalmente estranho (nem tanto no meu caso), onde vc tem que começar absolutamente do zero (ao menos no meu caso). Mas, nem por isso é algo que não valha pena . O que eu posso dizer é que até o momento tudo vai de encontro ao que eu tinha certeza que iria encontrar e também algumas supresas inesperadas, mas nem por isso ruins.

Hoje faz 30 dias que estou aqui, e quarta-feira eu recebi finalmente meu PR card, foi um «grande» acontecimento celebrado por meus amigos daqui. Até o momento o PRcard e o o SIN são os unicos documentos que eu consegui, a carte d’assurance maladie já foi pedida e claro que tomará um tempo maior, como previsto. E o permis de conduire é uma novela, que explicarei nos prós e contras de morar em um lugar mais distante dos grandes centros no Canadá.

Durante toda minha pesquisa de imigração eu tinha direcionadao minha ida para Montréal; mas, dois meses antes de sair do Brasil, eu decidi vir para Val-D’Or (Abitibi –Qc) ao invés de ir para uma grande cidade como Montréal. Porque?

Achei que teria uma adaptação mais fácil, pelo fato de já ter morado aqui antes, ter amigos e conhecidos na cidade. E saber que morando aqui, eu voltaria mais facilmente a um francês fluente. E realmente tudo isto aconteceu. Porém ter vindo aqui tem seus prós e contras, que listarei abaixo :

1) Amigos (prós): durante todo este tempo, não teve um unico momento de solidão; claro que tive momentos de saudades, mas nada que o «skype» não resolva ao menos por hora, rsrsrsrs.
Mas, voltando aos amigos. A grande maioria deles são de canadenses, quer dizer todos na cidade onde eu moro são canadenses. Lógico que tenho apoio e contato de amigos brasileiros que estão morando em Québec, Montréal, etc. Mas, no dia-a-dia; só canadense. Até o momento não senti nenhum tipo de préconceito, de pessoas novas que conheci desde que cheguei; muito pelo contrário a maioria mostra curiosidade em saber por que escolhi Val-d’Or e sempre desejam que eu consiga me estabelecer na região.
E os amigos que eu já conhecia estão sendo de grande apoio, me acolheram em suas casas, me deram presentes, me convidam para sair, jantar, fazer compras, etc. Enfim, sempre tem alguém por perto para dizer um olá.

2) Francês (pros e contra): conviver em um lugar onde ninguém fala minha língua materna é um «pró» enorme, já que sou obrigada a falar francês o tempo todo. Mesmo sabendo bem francês os primeiros dias foram dificeis, e ainda tenho muito o que reaprender. Algumas pessoas são mais fáceis de entender outras mais dificeis, mas me sinto realmente confiante com a língua e ela não é de forma alguma um empecilho a minha adaptação, muito pelo contrário. Contra, aqui não tem escritório do MICC, portanto não tem francisation. Eu pensei em fazer ao menos um curso para desenvolver mais a escrita do francês e tem curso para isto aqui sim, mas custa CAD$230,00. Como eu disse tudo tem seus prós e contras.

3) Documentação : a maior parte dos documentos foi fácil obter como como o PRcard (é feito no aeroporto o pedido), o SIN (já sai do escritório aqui com o número em mãos e duas semanas depois recebi a carta pelo correio), carte d’assurance maladie (também não foi dificil, pedi o formulário por telefone e dias depois o recebi, fui a um CLSC e agora é só aguardar).
Porém : permis de conduire, uma novela; mesmo tendo um SAAQ aqui tenho que enviar meus documentos originais (passaporte, PRcard, CSQ, confirmação de imigrante, carteira de habilitação do Brasil) até Gatineau que é a cidade grande mais próxima. Isto quer dizer que além de ficar não sei quantos dias sem nenhum documento, eles também não se responsabilisam se o correio os perder , então nem pensar!!!!!
Equivalência de estudos pelo MICC : mesmo problema o escritório mais próximo é en Gatineau. E assim por diante…

4) Trabalho (contra) : eu sabia que minha área é bem difcil aqui, e é um longo caminho conseguir uma equivalência. Tanto que já previa voltar aos estudos, mas neste caso para mudar de área. O que já está a caminho, já mandei meu pedido de admissão a universidade que me interessa, agora é só esperar e ter uma boa nota no TFI (que é outro documento que preciso viajar para obter). Mas, contava ao menos conseguir um emprego por hora como assistente dentaire, mas apesar dos inúmeros CV nenhuma resposta até o momento. Como espero um retorno da faculdade não penso por hora em um emprego alternativo, mas se até janeiro não conseguir nada, acredito que vou ter que ir para uma cidade maior seja para seguir os estudos que quero, seja para conseguir um emprego. Não que aqui não tenha oferta de empregos, mas as vezes são proposta cujo meu perfil não se encaixa. Enquanto que em Montréal a ofertas para assistante dentaire são inúmeras.

5) Imigrar em pleno inverno (contra) : eu cheguei junto com a neve, não que eu não goste, eu sempre gostei. Mas, chegar no começo do inverno significa gastar mais comprando roupa de inverno, visto que depois de janeiro o preço das roupas de inverno entram em liquidação, acredito que chegar no fim do inverno seja melhor para «magaziner». E já li dicas para comprar artigos mais baratos no começo e depois comprar outros, mas sinceramente acho isto besteira; pois passar frio + os pés molhados em pleno inverno = gripe. E com a dificuldade de comprar remédios aqui e ver um médico; é melhor se garantir. Serm contar que é mehor gastar uma vez só, ams se preparem se vestir apra o inverno custa bem caro.....

6) Sistema publico de saúde (contra) : por sorte eu ainda não precisei, mas se precisar já seiq eu serão horas de espera na urgencia do hospital. Nem so canadenses que eu conheço aqui estam satisfeitos. É o que mais se fala nas eleições provincias que aconteceram em 10 dias. Tenho uma amiga, nascida e criada aqui que até hoje não tem médico de familia, assim como outros tantos canadenses em região. Agora imagina eu que acabei de chegar na região.

Estes são os pontos que sei que mais preocupa os novos imigrantes. Talvez nem todo mundo sinta como eu, mas esta é a realidade na qual me encontro hoje.

No mais, eu estou bem e feliz da minha escolha. Espero no próximo mês ter algum retorno dos projetos que eu já corria atrás.

Beijos e até breve

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A Viagem

Olá a todos!

Muitissimo obrigada pelas mensagens de boa viagem.

O que posso dizer é que realmente foi uma boa viagem, demorada, cansativa, mas sem grandes complições, se bem que quase perdi um vôo (sendo que era o último do dia). Ao todo de Guarulhos (São Paulo) a Val d`Or foram 25 hs de viagem. E neste tempo todo eu dormir muito pouco, pois fiquei um bom tempo batendo papo no vôo; onde não conheci ninguém que estivesse imigrando; próximo a mim tinha uma senhora que estava indo para o Hawai, um rapaz que ia para Hong Kong, isto mesmo quase ninguem para o Canadá. Mas, nem tanto e tinha uma moça também que estava indo estudar em Vancouver.

O vôo estava vazio e se eu não tivesse tão ansiosa teria dado para dormir tranquilamente, inclusive deitada nas poltronas do meio. Obrigada pela dica Marina, as ilhas iluminadas de madrugada são realmente maravilhosas.

Eu tenho tanta coisa para contar, mas achei melhor começar falando de duvidas que eu tinha e que podem ajudar aos futuros viajantes. Alguns mitos e verdades que escutei:

1º) Terceira bagagem de graça
Verdade. Isto mesmo, a Air Canada dá o direito de levar uma terceira bagagem de 32kg, para as pessoas que estão imigrando para o Canadá e comprando só a passagem de ida. Eu comprei minha passagem em agosto, na época ficou acertado isto com eles, e na hora do embarque não tive problema algum.

2º) Declaração de porte de valores
Esta foi uma das coisas que pesquisei por dias a fio. Alguns amigos que já estão no Canadá até me aconselharam a não fazer sito, pois seria cobrado imposto. MITO. Se vc sair do Brasil com mais de R$10.000,00, é obrigado a fazer a declaração; no meu caso eu fiz na véspera da viagem no site da fazenda. Chegando ao aeroporto eu fui perguntar como eu deveria fazer pois eu iria comprar mais dolares. Me disseram que eu poderia comprar sem problemas e que eles fariam a correção ali na hora. Então lá fui eu...

Ao voltar a receita federal, era tanto recibo inclusive de dinheiro que eu já tinha de outras vigens que o fiscal acabou só conferindo os recibos. O que foi bem rápido, fiquei imaginado que fosse levar um tempão até ele contar nota por nota, mas não foi o caso.

3º) Inglês ou francês????
Esta é uma das discussões sem fim na lista de imigração. Os dois para quem vem a Québec. É claro que eu escolhi o Québec e o processo pelo Québec pelo fato de saber francês bem, mas o fato é que em Toronto, tanto a imigração como a alfandega foi feita por pessoas que não falavam francês, então para quem não fala nada de inglês fica dificil.
Eu acabei não tendo grandes problemas e fiquei extremamente feliz quando o agente da alfandega elogio o inglês dizendo que eu não teria muitas dificuldades se quisesse morar em Toronto. Meu ego foi lá encima, rsrsrsrs.

Enfim, tanto na imigração como na alfandega foi rápido. Na imigração eles conferem o formulário de entrada, colocam o endereço para onde vc quer que seu PRcard vá e também já te dá o formulário do NAS.
Em seguida fui pegar a bagagem, e é bom já ter os CAD$2,00 trocados para pegar o carrinho, a não ser que vc queira pagar CAD$10,00 para o caregador.
Com as bagagens em mãos lá fui eu para alfandega. Que no meu caso foi bem simples, ele não verificou nenhuma da minhas bagagens, só pediu a lista de coisas que viriam após. perguntei se tinha um limite de tempo para recebe-las no Canadá; ele disse que não, mas o ideal é não deixar passar muitos anos; eles consideram um limite aceitáavel de 3-4 anos.
Ele pediu para ver meu dinheiro, mas não o contou. Eu também havia feito uma lista de bens do que ficou no Brasil (imóveis, previdencia privada, FGTS) e ele disse que não seria necessário.

Como eu disse foi super tranquilo, todos foram muito educados atenciosos, na alfandega como o PC deles deu um pequeno problema nós ficamos batendo papo um tempo; como: pq eu estava me mudando, que aqui é muito frio, que o unico passporte que eles vem que na foto tem data é o brasileiro,etc.

Eu tenho muitas coisas para falar e com o tmepo vou passando para vcs as impressões que tenho sob se estabelecer longe dos grandes centros.

Beijos e até breve.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Francisation

Ontem eu recebi um e-mail anunciando que minhas aulas de francisation en ligne começavam.
A verdade é que eu me inscrevi no curso em maio e tive retorno ontem. Como estou a menos de 4 semanas de imigrar, escrevi para meu “tuteur” explicando a situação. Já que eu só garanto seguir o curso nas próximas duas semanas, pois na semana antes da minha viagem eu estarei viajando com minha família e logo que eu chegar, sabe-se lá quanto tempo vou levar até me instalar para poder seguir um curso on-line.

Isto me dá uma possível idéia da demora que alguns imigrantes relatam em conseguir uma vaga no curso de francisation no Québec.

De qualquer forma aguardo um retorno do meu tuteur para ver se posso entrar em uma próxima turma no curso.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

4 Semanas e meia de Brasil!!!!!

Oi, Gente!!!
Eu não desisti do blog ainda não, apesar do sumiço, rsrsrs
Inclusive este post vai ficar enorme, pois foi uma semana e meia de bastante reflexões. Então a invés de termos um post de 5 semanas e outro de 4 semanas, teremos só este de 4 semanas e meia.

Como eu disse para vocês resolvi curtir uma praia na semana que passou, mas por causa do frio e do mal tempo eu fiquei trancafiada no ap.
Sem nada para fazer, eu decidi pesquisar mais sobre o Canadá, colocar algumas informações que eu tinha armazenado no meu PC para o blog, inclusive para ficar mais comodo para eu achar em uma emergência.

Durante as minhas pesquisas, resolvi ler alguns blogs de pessoas que já estão lá há algum tempo, aqueles que já tem alguns anos e por isso muitos post e que eu sempre adiava para quando teria tempo, pois bem o tempo chegou. O fato é depois que li alguns relatos bateu um frio na barriga, mais de medo e do que de ansiedade pela viagem; fiquei até uns dois dias meio depre, sem vontade de pesquisar mais nada.

Então foi o tempo de eu refletir sobre tudo isto, não que eu não tenha refletido antes durante todo o processo; mas de fato a coisa só se torna real quando o visto chega e começamos a nos desfazer de tudo, a nos despedirmos de todos, largar emprego, etc.

É claro que li relatos muitos estimulantes nos blogs também, e algo que eu li em um blog, não lembro de quem (pois foram muitos); mas achei muito interessante a pessoa dizer que estando aqui no Brasil durante o processo, nós imigrantes temos um foco de porque imigrar e quando chegamos lá simplesmente esquecemos isto e queremos nos dar bem para mostrar para quem está aqui no Brasil, perdendo totalmente de vista o que nos levou a isto.

Eu não precisei refletir muito para achar meu foco ou os motivos que me levaram a isto e achei melhor registrar aqui, pois um dia se estando lá eu esquecer eu vou poder lembrar a mim mesma os meus motivos:
1º) A realização de um sonho, afinal eu sempre quis voltar a morar no Québec desde quando vim de lá. E não é que eu não tenha estado em outros lugares, muito pelo contrário já passei um tempo na Europa também, conheço os EUA; mas nunca tive vontade de me mudar para nenhum desde lugares. E desistir desde sonho agora é como morrer na praia.

2º) Há muito tempo eu ando muito insatisfeita com o rumo que minha vida tomou, inclusive profissional. Já até pensei em mudar totalmente de carreira aqui, inclusive nos últimos anos vim me interando de outras áreas totalmente diferentes da odontologia.
Nos últimos 3 anos, eu busquei alternativas aqui mesmo no Brasil: tentei mudar de emprego, de cidade, etc. Mas, no fim nenhum deles foi muito viável, era meio como “trocar seis por meia dúzia”.... Mesmo, quando parecia que ia dar certo de última hora tudo mudava e o negócio não se concretizava.
O processo de imigração veio em um momento que eu já até tinha desencanado e meio que me conformado com a situação, veio em um período que eu já tinha dado um basta.
E no último ano foi o que segurou a barra para eu não surtar, pois não foram poucas às vezes que quis pedir demissão...

3º) Eu não me adaptei onde eu moro hoje, depois de vários anos aqui e várias tentativas frustradas de me adaptar, tenho certeza que eu precisava procurar um outro lugar, inclusive minha insatisfação nem começou no trabalho; começou no lugar e com o tempo tudo foi se complicando.

Acho que estes são os três motivos mais importantes, tem outros mas não vem ao caso agora.

Então, quando tudo parecia bem esclarecido na minha cabeça, e eu estava pronta para postar o post das 5 semanas; veio a baila a tal matéria do Bom Dia Brasil da Globo; e a primeira coisa que minha mãe fala: “Filha, será que é um bom momento para você ir mesmo?”.
E ainda bem que eu já havia refletido bem e estava bem ciente do que eu queria; então só respondi: “Mãe, este é meu momento”.

O pessoal das listas de discussão que eu participo surtaram, rsrsrsrs. Então resolvi colocar minha opinião sobre isto tudo. Primeiro discordo totalmente das tais “Teoria a Conspiração”, que o Governo Lula e a Globo estam contra a imigração de brasileiros para o Canadá; concordo que só mostrou um lado de tudo isto e uma lado bem ruim que todos que estão indo nem querem imaginar tal possibilidade. Eu concordo que talvez um Globo repórter sobre o assunto mostrando os dois lados seria talvez mais adequado, mas matérias que mostrem o lado negativo também devem ser consideradas e levadas a sério.
Acho que ajuda a tirar “as lentes cor de rosas” e se preparar melhor para a realidade. Eu não sei quais foram os motivos que levaram a brasileira economista a deixar o Canadá e voltar para o Brasil além do motivo profissional.

A verdade é que nenhuma mudança é fácil, seja ela qual for. Não é fácil mudar de cidade; imagina de país?!?!
Mudar é deixar nossa zona de conforto a procura de algo totalmente novo que exigirá algumas renuncias, tristezas, alegrias, aventuras. Uma série de novidades, onde o fator psicológico conta e demais.
Eu acredito que o que determina sucesso ou fracasso de todo processo de mudança é adaptação ao novo. Eu que já mudei algumas vezes, posso dizer que isto é bem pessoal nem sempre o que é perfeito para um amigo, parceiro, parente é sentido da mesma forma por você.

Também neste processo de pesquisa encontrei algumas dicas que o pessoal que já esta lá dão para os que vão que não podem ser ignoradas.
1º) Adaptação e tempo
O processo de adaptação é muito difícil, pois é a fase que mais sentimos saudades da antiga “zona de conforto”. E nesta fase são inúmeros os fatores que influenciam: família, amigos, poder aquisitivo, novas amizades, trabalho, comida, clima, etc. Acho que são tantos assuntos que dá até para se escrever um livro, rsrsrs.
Eu que já mudei algumas vezes de lugares posso dizer que adaptar, é a fase mais difícil e é bem mais significativa do que ter um bom emprego. É se sentir ambientado, ter amigos, gostar de se estar naquele lugar, ter uma sensação de lar.
E esta adaptação depende muito de pessoa para pessoa e de situação para situação. A primeira vez que eu morei no Canadá eu levei 6 meses para me adaptar; a ultima vez eu que mudei aqui no Brasil eu levei 2 anos para me adaptar.
E o tempo que cada um vai dar a si mesmo é também bem pessoal. No meu caso eu decidi por dois anos.

2º) Domínio do idioma
Fundamental. Às vezes vejo discussões sobre aprender o francês X inglês, qual é melhor? Depende para onde você está indo. Quem vai para o Québec precisa falar francês, afinal é a língua que eles falam lá. Não que o inglês não seja exigido para alguns profissionais, afinal se isto já é exigido até aqui, imagina lá que o país é bilíngüe; além do que não podemos esquecer que vivemos em um mundo globalizado onde o inglês se tornou fundamental. Para quem vai para Montreal e Ottawa é preciso falar os dois, já que até para “survival job” tem que ser bilíngüe.
Este foi um dos motivos que me levaram a escolher o Québec, apesar de ser fluente no francês sei que vou ter uma fase de adaptação, afinal surgiram expressões novas (gírias), além do vocabulário do dia-a-dia que por mais que se escute radio, TV, filmes, etc, fica deficiente.
Eu acredito que dois meses é o tempo que vou precisar para me adaptar em francês. Já se eu decidir hoje ir para uma província inglesa, vou levar de 8/9 meses para me adaptar e me sentir segura a ponto tentar um curso em uma faculdade de língua inglesa. E olha que meu conhecimento de inglês é considerado avançado pela Cultura Inglesa.

3º) Profissão regulamentada
Eu tenho pleno conhecimento que exercer odontologia no Canadá é uma batalha, eu fui avisada disto desde a palestra com a Soraia, depois na entrevista, blogs, ordens profissionais, etc.
Então eu já tenho plano A, B e até C para isto... Mas, para frente eu pretendo escrever mais sobre a odontologia no Canadá, mas não será hoje já que isto aqui está ficando enorme, rsrsrsrs.

4º) Planejamento e reserva financeira
Apesar de nem sempre as coisas saírem como o planejado, acho que neste processo é fundamental. Planejar dá segurança.
Como eu disse pretendo começar no plano A, eu me preparei financeiramente para isto. E é lógico que eu retendo ter sucesso nesta empreitada e realmente acredito nisto, mas só por garantia também tenha uma reserva caso eu resolva voltar. Se eu decidir ficar por lá definitivamente terei mais dinheiro para gastar lá depois, até comprar um imóvel que seja; se eu decidir que não era o que eu queria beleza, não serei uma sem teto aqui no Brasil, rsrsrsrs.
Brincadeiras a parte, acho que todas as possibilidades tem que ser estudada.

Agora só para concluir. Depois de muita reflexão, acho que eu realmente estou pronta e otimista com tudo isto.
Aos que conseguiram ler tudo isto minha eterna gratidão, não acho que eu sou a dona da verdade ou que tudo o que eu escrevi seja branco no preto; mas esta é minha opinião sobre o assunto.

Beijos a até a próxima.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Documentos para quem está indo

Já que o tempo não está ajudando muito minhas férias no litoral, resolvi aproveitar o tempo para rever alguns assuntos importantes, entre eles a documentação a ser levada, a minha já está separada a algum tempo, então isto é mais um check list, rsrsrsrs.Estas informações podem ser encontradas no site do CIC

Documentos:
1) Essenciais:
  • Passaporte com o visto e confirmação de residente permanente
  • Lista detalhada (2 cópias) dos bens pessoais e artigos de mudança levados para o Canadá
  • Lista (2 cópias) com artigos que chegaram posteriormente

2) Importantes
No site eles aconselham sempre que possível já trazer estes documentos traduzidos/ no meu caso eu já mandei traduzir meus diplomas e histórico (graduação e histórico), com o Emmanuel como eu passei para vocês anteriormente no blog. Então lá vai a lista:

  • Certidão de nascimento ou batismo
  • Certidão de casamento – não no meu caso
  • Documentos de adoção, divorcio, separação – não no meu caso
  • Histórico escolar e diplomas – já traduzidos
  • Cartas de referencias de empregadores – já solicitadas em inglês ou francês
  • CV ou resume – já descrito no blog anteriormente
  • Carteira de vacinação, fichas dentarias e histórico médico
  • Carteira de habilitação
  • Cópia de todos os documentos essenciais e importantes, caso venha a perder os originais (e de preferência não guardar junto)
  • Documentos de registro de veículos se você for levar algum para o Canadá – com certeza não é meu caso

E qualquer outro documento que você achar essencial, no meu caso e estou levando:

  • Carta da seguradora
  • Prontuário do DETRAN

São os que me lembro por hora. Se tiver mais alguns vou acrescentando depois.

Beijos, XXXXXX

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Morar Fora

MORAR FORA não é apenas aprender uma nova língua.
Não é apenas caminhar por ruas diferentes ou conhecer pessoas e culturas diversificadas.
Não é apenas o valor do dinheiro que muda.
Não é apenas trabalhar em algo que você nunca faria no seu país.
Não é apenas ter a possibilidade de ganhar muito mais dinheiro do que se ganhava.
Não é apenas conquistar um diploma ou fazer um curso diferente.
Morar fora não é só fazer amigos novos e colecionar fotos diferentes.
Não é só ter horários malucos e ver sua rotina se transformar.
Não é só aprender a se virar, lavar, passar, cozinhar.
Não é só comer comidas diferentes, pagar suas contas, se preocupar com o aluguel.
Não é só não ter que dar satisfações e ser dona do seu nariz.
Não é só amar o novo, as mudanças e também sentir saudades de pessoas queridas e algumas coisas do seu país.
Não é só levantar da cama em um segundo quando chega encomenda da sua família.
Não é apenas já saber que é alguém do Brasil ligando quando toca seu celular todo domingo no mesmo horário.
Não é só a distância.
Não são apenas as novidades.
Não é só uma nova vista ao abrir a janela.
Morar fora é se conhecer muito mais…
É amadurecer e ver um mundo de possibilidades a sua frente.
É ver que é possivel sim, fazer tudo aquilo que você sempre sonhou e que parecia tão surreal.
É perceber que o mundo está na sua cara e você pode sim, conhece-lo inteiro.
É ver seus objetivos mudarem.
É mudar de idéia.
É colocar em prática.
É ver sua mente se abrir muito mais, em todos os momentos.
É se ver aberto para a vida.
É não ter medo de arriscar.
É aceitar desafios constantes.
É se sentir na Terra do Nunca e não querer voltar.
É querer voltar e não conseguir se imaginar no mesmo lugar.
Morar em outro pais é se surpreender com você mesmo.
É se descobrir e notar que na verdade, você não conhecia a fundo algo que sempre achou que conhecia muito bem: Você mesmo.”

Autor : Desconhecido.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Minha entrevista

Como eu prometi, vou falar um pouco sobre minha entrevista. Na verdade, eu nem tenho muito que falar dela, devido ao tempo curtíssimo da mesma, em torno de 20 minutos meia-hora no máximo, mas por outro lado, nunca se sabe pode ajudar alguém.

Quando fui fazer a entrevista, eu não tinha nenhuma idéia dos inúmeros blogs e lista de discussão que tenho conhecimento hoje, não conhecia mais ninguém que havia passado pelo processo. A única coisa que eu sabia de fato, era o que a Soraia comentou na palestra: demonstrar bom conhecimento do francês e real interesse de morar no Québec.
Neste ponto eu fiz minha lição de casa, voltei a estudar francês afinal precisava praticar mesmo sendo fluente, não é como o inglês que a gente fala e escuta a cada esquina.
Também li tudo que pude sobre o Canadá desde a história da colonização até a política atual. Também investiguei tudo sobre a minha profissão, a ordem responsável, o mercado de trabalho, etc. O guia: Apprendre le Québec foi de imensa ajuda e com certeza todos que querem imigrar não podem deixar de lê-lo.

Mas, apresar disto tudo, depois do que li em blogs e lista de discussão percebo o quanto eu fui de certa forma despreparada para a entrevista e já vos explico o porquê.
Por incrível que pareça no dia da entrevista eu estava totalmente centrada e calma (digo isto, pois quem me conhece sabe o quanto eu sou ansiosa, quer tudo para ontem). Tudo bem que na véspera eu lavei meu cabelo e fiz chapinha três vezes, provei 500 mil roupas, etc; mas no dia eu estava outra pessoa, uma pessoa que nem eu sabia que existia rsrsrsrs.
Cheguei ao hotel, 30 minutos antes só para garantir, afinal chegar atrasado não deve causar boa impressão ainda mais em uma entrevista deste porte. Como cheguei muito cedo a recepcionista pediu que eu aguardasse e a avisasse 5 minutos antes do meu horário que era às 10hs. Fiquei lá todo este tempo, nem lembro mais pensando no que, só sei que as 9:55 lá fui eu de novo, então ela interfonou e mandou que eu aguardasse mais um pouco. Antes eles atrasados do que eu, rsrsrsrsrs.

Um tempo depois desceu um casal, minha vontade ao vê-los se dirigir para a saída era abordá-los para saber tudo sobre a entrevista, mas não tive esta chance, rsrsrsrsrs. A recepcionista me chamou e disse que eu podia subir. E lá fui eu.
Ao chegar ao lugar indicado um simpático rapaz me aguardava, me cumprimentou e por incrível que pareça eu continuava calma, aquela com certeza não era eu, rsrsrsrs.

Eu achava que ele me faria milhares de questões logo de cara, que nada. Foi pedindo cada uma das documentações cujas cópias eu havia enviado, a coisa ia relativamente bem até chegar o meu diploma de graduação, eu estou tão acostumada a usar uma cópia autenticada do meu diploma, já que o meu é aqueles diplomas enorme em pele de carneiro que até hoje eu não entendi porque paguei tão caro nele já que só ocupa lugar e vai ser um documento difícil de transportar até o Canadá, rsrsrsr.
Mas, voltando o assunto; ele disse que não valia. Sentiram o drama? Eu congelei, mas a pessoa que eu desconhecia que eu era, calmamente explicou o porquê do uso daquela cópia ao invés do original gigantesco, de qualquer forma ele acabou deixando passar, pois com mais dois diplomas de pós original, era meio óbvio que eu tinha um diploma de graduação.
Então ele me perguntou sobre o que eu fazia no Brasil, expliquei para ele que se mostrou realmente interessado.
Mas, ai veio o balde de água fria, que apesar do governo quebecois ter aberto a imigração para “dentista”, não é um profissional que eles realmente estejam buscando, falou sobre a dificuldade de exercer a profissão lá e blá, blá, blá.
Mas, eu não me dei por vencida; parecia uma advogada convicta da inocência do réu, rsrsrsrs; argumentei que já sabia de tudo aquilo, que já havia entrado em contato com as ordem dos dentistas e THDs, etc. Então, ele perguntou se eu havia levado cópias disso.
Cópias???? Não!!!!! Afinal no e-mail eles só haviam pedido os documentos. Nessa época eu não fazia idéia que tinham pessoas que iam com tudo documentado inclusive com mapa da rua que pretendem morar (entende o que eu quis dizer com despreparada?)
Então eu me senti mais aliviada quando ele disse: “é pode ser no seu caso que tem doutorado, pode ser que você consiga a equivalência, mas entenda que o governo não te garante isto...”

Então veio a pergunta em inglês, branco total... Juro não conseguia pensar de jeito nenhum em inglês, acho que se não fosse o comprovante atestando meu nível intermediário up em inglês de uma escola londrina, acho que ele ia pensar que eu havia mentido na ficha de inscrição, rsrsrsrs. No final ele disse que não havia problema já que a região para qual eu iria só falava francês mesmo.
Então, ele me perguntou se eu trabalharia como vendedora. Juro que até agora não entendi bem esta pergunta. De qualquer forma eu respondi que se fosse preciso sim. Então ele falou que eu tinha sido aprovada, depois disso tudo ficou mais light; tomamos um café e conversamos mais uns minutos.

Claro gente, que isto é um resumo, afinal já se passou um ano e eu não lembro mais todos os detalhes. Falando assim parece até que demorou, mas me lembro muito bem que era umas 10:40 e eu já estava do outro lado da Paulista na Livraria Cultura ligando para minha mãe para contar as novidades, me segurei até lá; pois fiquei receosa que se eu tivesse uma acesso de alegria, com pulinhos de felicidade no hall do hotel, eles poderiam mudar de idéia.
Afinal, eles poderiam achar que eu era meio doida e não enviar meu CQS pelo correio. Mas, no fim deu tudo certo...

terça-feira, 22 de julho de 2008

Informações sobre imigração

Hoje li um estudo muito interessante sobre os aspectos sócio-culturais dos imigrantes brasileiros e sua adaptação a imigração no Ontário. Achei muito interessante e a todos que interessar o link é este: Projeto Brasil Mostra a Tua Cara.
Vale apena ler, independente da região para a qual pretende imigrar.

Além disso, acho que muitos ficaram surpresos com o fim da lista do yahoo na semana passada. Eu mesma estranhei, pois para quem recebi em média 50 e-mails por dia, num dia não veio nenhum, rsrsrsrsrs.
Mas, sem desespero, surgiram 3 novas listas que são:
Canada et Quebec Immigration
Canada Immigration Brasil
Immigrationcanadabr

Para quem tem duvidas e está em busca de informações é uma ferramenta preciosa estas listas.